sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Modelos em EaD: Estilos de Aprendizagem e as Tecnologias

A abordagem dos Estilos de Aprendizagem pode facilitar novos elementos para privilegiar a autonomia na aprendizagem dos alunos no modelo de EaD, considerando diretamente os processos de ensino e aprendizagem de acordo com as características individuais.

Qualquer modelo de EaD considera e privilegia a autonomia do estudante, mas em grande maioria não facilita elementos para que essa autonomia ocorra. Entende-se que a autonomia depende das competências e habilidades individuais dos estudantes, mas os desenhos dos modelos de EAD também podem facilitar e auxiliar nesse processo.

Os conteúdos, plataformas virtuais e recursos nos modelos de EaD são inovadores e com grandes facilidades e novas descobertas das tecnologias, mas a a grande questão é que tudo isso sem um plano pedagógico direcionado para a comunicação interativa e participativa para uma autonomia de construção do conhecimento, não transforma as tecnologias em algo pedagógico.

Esse plano pedagógico pode perfeitamente ser estruturado a partir da teoria dos estilos de aprendizagem e em especial os estilos de uso do virtual direcionados para aprendizagem online. A teoria de estilos considera as diversas formas pelas quais se pode aprender, não privilegiando somente uma, mas verificando a tendência e desenvolvendo as outras formas, que poderiam ser um potencial para ampliar o aprendizado.

Como realizar???, de que forma?! questões para nossas reflexões e análises. Convido o leitor a dialogar sobre isso.

Acesse esses recursos (lançamento em primeira mão para o MOOC EaD):

Estilos de Aprendizagem e as Tecnologias



Daniela Melaré

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Entrevistas com  Daniela:


UAb Prog 51 from Terra Líquida Filmes on Vimeo.

Reações:

38 comentários:

  1. Bastante pertinente às colocações da Daniela Melaré quanto a EAD no Brasil, diferenciando enquanto currículo, estratégias pedagógicas e ações metodológicas quanto a forma do uso das tecnologias da informação, infelizmente, desvalorizada pela maioria do público docente que exerce a docência "anos luz" e não encontra nenhuma possibilidade em aderir, complementar o uso das TIC em seu planejamento escolar. Quanto ao modelo, continua fechado e muito alicerçado a regra , padronizações, ou seja, engessado. Embora os projetos de EAD, aqui no BRASIL, seja lindo: "Totalmente Construtivista"(Pelo menos no papel). Mas, um dos engodos que infelizmente continua a existir é a transparente discriminação por parte de alguns professores titulares nos programas de pós-graduação, graduação e até na própria educação básica. Penso, que enquanto não existir uma verdadeira aceitação do público docente para uma possível apropriação tecnológica e até mesmo uma alfabetização para uso das ferramentas, softwares, aplicativos, entre outros, nosso contexto educacional só tem a piorar. Analiso esse contexto como Pedagoga e Formadora de Professores, pois em todas formações que já realizei para uso das TIC e até mesmo para tornar o Professor em Tutor, as avaliações, opiniões no final/fechamentos dessas orientações e formações são as mesmas: “A máquina veio para substituir o professor”, “Não usarei porque não sinto necessidade alguma, minhas aulas são maravilhosas...portanto...” “Não acredito na tal EAD porque é uma grande mentira, ninguém aprende nada” . E porque fecham as portas para internalizar essa nova possibilidade, porque acreditam que Educação de verdade só acontece no Presencial...
    Aff!! Santa ignorância! Desde quando educação deixa de ser EDUCAÇÃO porque mudou de modalidade. Se o formador fala do complemento existente -o famoso 20% que continua na legislação brasileira sem muita ou nenhuma pressa para se efetivar. Temos o exemplo do ministro da Educação que conseguiu transmitir todo seu repúdio ao crescimento da EAD no Brasil. É tão presente que o próprio afirmou: "Educação a Distância não pode crescer demais", diz Mercadante. O dito cujo fez a afirmação na cerimônia de divulgação de dados do Censo da Educação Superior, simplesmente porque a EAD cresceu 14,7% em 2011 e 14,6% em 2010. E para agravar a infeliz colocação ainda enfatiza e determina que pretende regular o crescimento da educação a distância de modo a manter a qualidade dos cursos com a afirmativa: "O ensino a distância não pode crescer demais porque o risco é a gente perder a qualidade. Estamos regulando antes e estabelecendo exigências de qualidade para poder ofertar mais". Sinceramente, me doeu nos nervos...quase “ infarto” com a notícia. Só uma pessoa muito mal informada para declarar algo tão infeliz.
    Penso, enquanto educadora/pedagoga que o grande problema da EAD no Brasil é única e me parece bem transparente na visão de quem experiencia a EAD no Brasil, NÃO EXISTE COMPETÊNCIA SUFICIENTE PARA SE EFETIVAR.
    A saber sobre o absurdo acima e em detalhes, clique no link.. http://www.acheseucurso.com.br/educacao-a-distancia-cresceu-14-por-cento-em-2011.aspx

    Ciber@braço.
    Josivania Freitas.

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    1. Saudações Josivania,
      Na sua frase sobre o posicionamento do Mercadante notei um ponto positivo devido ao contexto em que a EaD se encontra no Brasil, especialmente no que tange a formação de professores pelo sistema UAB. Temos acompanhado as dificuldades de se estabelecer uma diretiva para resolver questões trabalhistas dos profissionais envolvidos nesse sistema e também das verbas destinadas a manutenção desses cursos. Não sei em qual contexto Mercadante disse sobre "regular o crescimento da EaD" mas, se pensarmos na busca por qualidade nesse ensino, dada a relevânica da formação de professores e no que ela implica na sociedade, formar desenfreadamente e sem infra-estrutura para isso, não me parece prudente.

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    2. Olá colegas! Quase quatro anos se passaram e os problemas continuam os mesmos...falta de estrutura e principalmente a desvalorização dos profissionais que atuam na EAD!

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  2. Para complementar o diálogo existem duas citações que penso ser um bom complemento tanto para o contexto EAD(Brasil- mesmo lento..) como para o e-learning(Portugal) , mas que segue em forma de metáfora porque adoro filosofar....
    “Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar onde quer”(CONFÚCIO).
    “A alma não teria um arco-íris se os olhos não tivessem lágrimas” (PROVÉRBIO INDÍGENA)

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  3. Estimada Josivânia obrigada pelas reflexões !!!
    É importante pensar caminhos novos para problemas velhos, enfim várias questões são postas no contexto brasileiro sobre a educação a distância e enfim devemos rever e convergir, aceitar o diferente mas ao mesmo tempo propor a diferença ao diferente!!!!
    Existem ESTILOS de pensamento e o que devemos pensar é que existem vários ESTILOS DE APRENDIZAGEM e percepção dos fatos e contextos, por isso os caminhos devem ser diferentes.
    Um grande abraço e vamos dialogando !!!!Daniela

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  4. A entrevista com a profa. Daniela, nos faz refletir sobre as condições de se fazer e-learning (ensino virtual assíncrono, sem apoio presencial) no Brasil devido a problemas que temos relacionados, primeiro, com déficits da educação básica seguidos de outros de ordem culturais, estruturais e pedagógicas. Sobretudo, nos faz pensar se o e-learning permitiria uma formação de qualidade no contexto brasileiro. O que tenho identificado por meio de pesquisas com professores e alunos dos cursos de formação de professores a distância no Brasil, especialmente na área de exatas, é a necessidade da presencialidade. Sem ela, de acordo com esses sujeitos, a EaD perderia qualidade. Atualmente, nesses cursos a qualidade está alicerçada, muito fortemente, também nesse apoio. Desde modo, a EaD de nível superior aplicado no Brasil (com forte relações do presencial: polos presenciais, encontros presenciais, material impresso, videoconferência) deve direcionar-se para o e-learning? Essa transição seria uma evolução de fato? Em quais campos de conhecimento? Ou poderíamos generalizar para todos os campos?

    Há complexidade nesse contexto, entretanto, essa é uma discussão imprescindível se estamos discutindo os rumos do futuro da EaD no Brasil.

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  5. Acho importante tentar clarear alguns pontos colocados pela prof Daniela (que boniteza que voce ficou com aqueles oculos na entrevista ....).

    Primeiro, o Elearning seria o EaD através das TICS, podendo ser sincrono e/ou assíncrono, e não necessáriamente assíncrono como ficou meu entendimento em uma leitura inIcial dos conteúdos apresentados. Em uma definição purista ele não contempla interações presenciais, apenas interações mediadas por tics, inclusive o processo avaliativo. Já em uma definição mais flexivel poderiam ocorrer momentos presenciais. É isso?

    Segundo, a UAB, q não é U, foi criada (2006) em um contexto socio-politico ainda vigente no país, um contexto quantitativo, diga-se de passagem. E aqui faço, pensei q nunca ia defender um político, ainda mais do PT do Lula (em tempo, o PT dos trabalhadores merece respeito), mas a fala do Mercadante não foi depreciativa ou reducionista em relação a EaD. Em meu entendimento a questão foi focada de forma qualitativa pelo ministro, estamos em um momento de rever ou produzir pesquisas que apontem os resultados da uAB e demais instituições que usam o modelo EaD "quantitativo" para rever o modelo vigente.

    E finalizando, em relação aos estilos (aprendizagem&"ensinagem") acredito que eles devam fazer parte do arsenal de instrumentos pedagógicos/didáticos do docente em sua pratica de desenho educacional. E o discente deve também estar ciente não só de seus estilos de aprender, mas também do funcionamento de sua ferramenta de aprender, seu cérebro.

    []s

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  6. Estimada Selma!
    Os campos da Ead são inúmeros e aos poucos isso vai se consolidando e desenvolvendo, a questão esta exatamente nas discussões do qualitativo em relação a este processo.
    Na formação de professores esta discussão deve ser tema de disciplinas e de reflexões no cerne da pedagogia e da didática.
    Obrigada vamos dialogando
    Abraços Daniela Melaré

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  7. OLá Breno muito obrigada por sua gentileza e atenção!
    Sobre o que comentas o assíncrono é a tendência do e-learning. O síncrono pode ser também uma opção metodológica de desenvolvimento de alguma atividade em específico.
    Já no Brasil a tendência é que tenham encontros presenciais...e não síncronos.
    Para que os momentos assíncronos e síncronos desenvolvam-se de forma qualitativa é necessário que haja uma metodologia de educação a distância pensada para esta lógica de trabalho.
    Vamos dialogando Abraços Daniela Melaré

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    1. Daniela,
      só esclarecendo um ponto de sua fala e aqui reiterado nas mensagens. Na UAB, pelo menos na instituição que trabalho há cinco anos (UFPB) e nas outras que conheço, não há encontro presencial, há pólos presenciais, mas eles não tem o objetivo de ser um local de encontro presencial entre professor e aluno, pode ocorrer eventualmente alguma visita aos pólos pra algum evento e tal, mas toda a interação é feita pelo moodle de forma geralmente assíncrona. Você diz que encontra os alunos quando eles vão fazer a prova presencial que também é obrigatória aí pelo que entendi, mas aqui nem nesse momento encontramos com os alunos, pois isso acontece nos pólos sem nossa presença. Na verdade, o objetivo dos pólos é permitir que alunos que não tem computador em casa possam acessar a plataforma e interagir por lá, já que estamos falando muitas vezes de cidades muito afastadas dos grandes centros. Em relação ao material, realmente temos um material impresso que foi gerado pelos professores, mas trabalhamos igualmente com outros materiais durante as aulas, textos, vídeos, etc. Se o que caracteriza o E-learning é fundamentalmente essa presencialidade, aqui estamos já a fazer E-learning.

      abraços

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    2. Olá Márcio,
      aqui no Brasil é educação a distância como comentou a Daniela. Pois, a própria Legislação de EAD obriga a isso.Se você consultar a Legislação de EAD/2005 vai perceber que é obrigatório o encontro presencial para graduação e pós graduação. Em relação a UAB também trabalhei da mesma forma que você, na Universidade de Brasilia, os tutores online não vão ao polo presencial. Mas, os discentes são atendidos pelos tutores presenciais e/ou de polo e a avaliação é aplicada por estes sujeitos. No entanto, esses encontros presenciais são obrigatórios por causa da Legislação. As Instituições Federais não levam os tutores online aos polos presenciais porque foi uma forma que encontraram para diminuir os custos dos cursos. Abraços.

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  8. Profa Daniela, gostaria de ver a sua opinião sobre o modelo que temos hoje no Brasil de Professor Conteudista ou Professor Autor e Tutor. O que tu pensas sobre esse modelo ?

    ps. a propósito gostei muito dos teus videos postados aqui, bem claros, didáticos, esclarecedores.

    []s
    Cristiane Koehler.

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  9. Olá Cristiane como estas? obrigada pela pergunta.
    No Brasil existem várias subdivisões na docencia online. Isso é interessante para atingir as necessidades das formas metodológicas dos cursos a distância que se realiza no Brasil. O que podemos dizer que essas subdivisões que fazem das funções docentes, no caso online, não teriam grande funções se a docência online fosse uma competência na formação docente, ou seja se o docente também fosse preparado para ser docente online que inclui uma série de competências como ( a autoria, a organização de conteúdos de forma didática, as estratégias, a forma de comunicação e etc) .
    Vamos dialogando sobre isso, o que pensas sobre esta proposta?
    Abraços Daniela Melaré

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  10. Gerir estilos - Conhecer as turmas...
    Pereira, Rosa, Andrade, António Manuel Valente, Development of a Web Application for Management of Learning Styles, Journal of Universal Computer Science, Vol. 15, No. 7, pp. 1508-1525, 2009

    Pereira, Rosa, Andrade, António Manuel Valente de, Gestão de Estilos de Aprendizagem, X Simpósio Internacional de Informática Educativa (X SIIE08), Salamanca, 2008

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  11. O uso das tecnologias devem ser fundamentadas em uma prática voltada para o ensino aprendizagem... Se a tecnologia não fizer ligação direta com o conteúdo proposto a aprendizagem não será satisfatória.

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  12. Atualmente o uso das tecnologias fazem parte do mundo educacional, portanto os professores precisam estar preparados para esta evolução tão significativa.
    Excelente BLOG.

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  13. Hoje as tecnologias fazem parte do aprendizado, mas professores e alunos devem estar preparados para fazer o uso das mesmas, valorizando as informações para que os conteúdos sejam assimilados pelos alunos.

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  14. Bom dia.Após a leitura de texto e de assistir os videos da Daniela Melaré tenho certeza absoluta que estamos apenas iniciando o processo de compreensão sobre o uso das tecnologias em nossa vida e principalmente na educação.

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    1. Concordo com você Joce,também acredito que com esta participação,nós estamos só iniciando uma mudança e em muito na educação e assim contribuindo para o uso das novas tecnologias com sabedoria acredito que elas vieram nos ajudar,só precisamos saber usá-las.Aida Cristina de Morais Lopes Clemente

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  15. Olá, excelentes e até picantes as discussões e interações no blog. Sinto-me interada do funcionamento deste.

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  16. o uso das novas tecnologias,sao necessariaspara que haja uma evolucao na educacao e cabe a escola mostrar a forma correta de se usa-las.Aida Cristina Clemente

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  17. Janaina Ap.ª Domingues da Silva14 de julho de 2014 21:56

    A Educação precisa estar mais preparada para enfrentar e aliar as Novas Tecnologias na Escola, pois vemos toda essa realidade presente no dia a dia e na rotinas de nossos estudantes, mas ainda vemos o despreparo do professor a até mesmo dizer, a resistência dos mesmos em explorar isso como prática pedagógica.

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  18. O uso dos estilos de aprendizagem na EAD, possibilita que o aluno seja valorizado e explorado por que não no seu ponto mais forte, seja ele teórico, passivo, ativo, dependendo da sua personalidade. A aprendizagem ganharia muito com isso, ficaria enriquecida e mais dinâmica.

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  19. Infelizmente a necessidade/demanda da EAD é infinitamente superior do que a implementação dessa poderosa ferramenta em muitos espaços educacionais.

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  20. Parabéns pelo blog. Aline

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  21. O uso das tecnologias na Educação ainda tem que caminhar muito para que aconteça de forma efetiva. Nosso atual público está preparado para trabalhar com a mesma, mas por outro lado encontra-se o profissional sem preparação e interesse para tal. Já no ensino a Distância valorizo demais. Acho fantástico estudar a distância, apesar que o trabalho é bem maior e exige mais dedicação.

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  22. Aparecida Cleide Fernandes leite19 de setembro de 2015 15:51

    Realmente o uso das tecnologias tem avançado muito nos últimos anos , e proporciona um aprendizado de qualidade , mas concordo com você há muitos profissionais mau preparados.

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  23. É fantástico o uso das tecnologias na educação, especificamente na ead.

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  24. Entendendo que nem todos aprendem da mesma forma e o que funciona com um talvez não funcione com outro, utilizar as diversas formas de tecnologia nos permite atingir um número maior de alunos.

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  25. É indispensável a utilização das tecnologias na educação para a EaD, sempre pensando de utilizar múltiplos métodos já que a diversidade discente em compreender é grande.

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  26. Muito interessante a metodologia de aprendizagem em EaD da Universidade Aberta do Brasil.

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  27. INDISPENSÁVEL A UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS NOS CURSOS EAD. É UMA FERRAMENTA VALIOSA PARA O PROFESSOR EM SALA DE ULA.

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  28. Profª MARLENE APARECIDA MICHALSKI 29/07/2016
    Achei muito interessante a entrevista com Daniela Melaré, pois realmente precisamos nos conscientizar da presença contínua e cada vez mais importante do uso da tecnologia no processo de aprendizagem.

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  29. Pertinentes as colocações de Daniela Melaré quanto a importância do reconhecimento da EaD para a formação do indivíduo, bem como a necessidade do docente adotar a tecnologia como aliada às suas práticas pedagógicas e que infelizmente muitos professores ainda insistem em não utilizá-la. A tecnologia não dará resultados satisfatórios se não for utilizada de maneira planejada. Quanto a Ead na formação acadêmica deve-se levar em conta um tempo presencial e não totalmente online.E que a formação do docente é muito importante, pois lidamos com uma grande diversidade de informação que levam ao conhecimento e o docente exerce um importante palel nesse sentido.

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  30. Com certeza devemos buscar alternativas para que facilite a aprendizagem de nossos alunos, e a tecnologia oportuniza o acesso a essas mudanças.

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  31. O ensino a distância é positivo, mas como falado no texto acima, não garante que o aluno disponha deste estilo de aprendizagem, por isso, no Ead há de se ter também metodologias que encaminhem os alunos a desenvolver uma aprendizagem de qualidade

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  32. O Ensino à Distância hoje é uma realidade irreversível, pois ela é capaz de capacitar pessoas em qualquer lugar do planeta. Além disso, é a forma de ensino mais barata e democrática existente. Quanto ao seu aproveitamento pedagógico, a aquisição de conhecimentos, não acredito que seja inferior ao modelo presencial, porque vai sempre depender do interesse do estudante.

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